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O Hipismo nas Olimpíadas

Apt Approach ridden by Paul Townend jumps the fourth fence in the Topham Steeple Chase on the second day of the Grand National meeting at Aintree, northern England April 13, 2012. REUTERS/Russell Cheyne (BRITAIN - Tags: SPORT EQUESTRIANISM) ORG XMIT: CRC03

A primeira notícia que se tem sobre adestramento de cavalos é de 1.360 a.C., realizado por Kikkulis, professor de equitação do antigo reino de Mitanni, localizado em uma região que hoje abriga parte das terras de Turquia, Síria e Iraque. Nas Olimpíadas, os cavalos ganharam destaque na Grécia Antiga, na famosa corrida de bigas impulsionadas por quatro cavalos.

O hipismo tornou-se esporte olímpico nos Jogos de 1900 em Paris e, atualmente, é disputado em três modalidades: salto, adestramento e CCE (concurso completo de equitação). Veja, abaixo, como funciona cada uma delas:

Salto
Prova mais tradicional do hipismo, o cavaleiro precisa transpor obstáculos em uma pista que mede entre 700 e 900 metros. O objetivo é terminar a prova no menor tempo e com o menor número de faltas. Nessa modalidade, são testadas as habilidades do atleta na montaria e também a força, habilidade e obediência do cavalo.

Adestramento
No adestramento, atleta e cavalo precisam executar movimentos obrigatórios e livres (passo, trote e galope) em um percurso de areia de 20×60 metros. Sete árbitros avaliam as coreografias, que valem notas de 0 a 10. A competição é dividida em três etapas: Grande Prêmio, Grande Prêmio Especial e Grande Prêmio Livre.

CCE
Considerada a prova mais complexa da disputa, o CCE inclui adestramento, salto e cross country (saltos com obstáculos em um determinado tempo). Os 25 cavaleiros que tiverem melhor desempenho nos quatro dias de prova disputam a medalha de ouro.

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